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Jorge Da Silva é cientista político. Doutor em Ciências Sociais pela UERJ e professor-adjunto / pesquisador-visitante da mesma universidade. Professor conteudista do Curso EAD de Tecnólogo em Segurança Pública (UFF - CEDERJ / CECIERJ). Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, no Rio, serviu antes à PM, corporação em que exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior Geral. Foi também secretário de Estado de Direitos Humanos/RJ. É vice-presidente da LEAP Brasil ('Law Enforcement Against Prohibition Brazil' (Agentes da Lei Contra a Proibição)).

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ESCONDERIJO

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Pelos comentários dos analistas políticos tem-se a impressão de que no no Rio de Janeiro só há dois pré-candidatos ao governo do Estado: Pezão e Lindbergh Farias. De repente, na última sexta feira, 29, lê-se na coluna do jornalista Ilimar Franco:

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“A largada do candidato de Cabral”

“Para aferir o efeito das inserções na TV do vice Luiz Fernando Pezão, o Instituto Ideia fechou uma pesquisa de 1.200 entrevistas, para o PMDB, na última terça-feira. O governador Sérgio Cabral está batendo o bumbo. O percentual de conhecimento de Pezão subiu 50%, em relação a de fevereiro, indo de 30% para 44%. Intenção de voto: Garotinho 23%, Lindbergh 17% e Pezão 16%. 

Obs. O grifo é meu (…)

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2 comenários to “ESCONDERIJO”

  1. Raquel Maria Santana disse:

    Senhor Coronel Jorge da Silva,
    Garotinho, Cabral, Paes, Pezão e Lindbergh- Toda a farinha do mesmo saco- Bebem na mesma fonte.
    De onde emana tal fonte? Planalto Central do Brasil.
    Entretanto, as instalações de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) em favelas até então controladas por traficantes e milicianos melhorou a segurança da população e também a própria relação dos moradores com a Polícia Militar. Um estudo encomendado pelo GLOBO ao Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS) mostra que as UPPs são amplamente aprovadas em favelas com e sem as unidades de pacificação (92% e 77%, respectivamente). Por outro lado, em locais com UPPs, a confiança na PM é
    Mais que o dobro da registrada em favelas ainda não pacificadas (60% contra 28%).
    O percentual de pessoas que afirmam não confiar na PM é maior, por outro lado, nas comunidades que não foram beneficiadas pelas UPPs (28% contra 13% das que contam com as unidades de polícia). A pesquisa do IBPS foi realizada por telefone na semana passada, com 800 moradores de favelas (400 onde há UPPs e 400 onde não há UPPs). A intenção foi obter a avaliação dos moradores sobre questões da área da segurança pública.

  2. jorge disse:

    Cara Raquel Santana,
    Obrigado por seu comentário. As UPPs são uma boa coisa. No início, elas se chamavam GEPAEs.

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