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Jorge Da Silva é cientista político. Doutor em Ciências Sociais pela UERJ e professor-adjunto / pesquisador-visitante da mesma universidade. Professor conteudista do Curso EAD de Tecnólogo em Segurança Pública (UFF - CEDERJ / CECIERJ). Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, no Rio, serviu antes à PM, corporação em que exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior Geral. Foi também secretário de Estado de Direitos Humanos/RJ. É vice-presidente da LEAP Brasil ('Law Enforcement Against Prohibition Brazil' (Agentes da Lei Contra a Proibição)).

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CHACINA DE REALENGO E A “CAIXA-PRETA” DO MERCADO DE ARMAS (II)

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Na postagem anterior, abaixo, perguntei, dentre outras coisas, por que se coloca tanto foco nos detalhes do massacre de Realengo (se foi bullying ou não, o perfil do chacinador, quem vendeu as armas e a munição ao mesmo etc.), mas não se divulga a marca das duas armas utilizadas na chacina de Realengo, como se isso fosse irrelevante. Seriam as armas nacionais ou estrangeiras? E a procedência da munição?

Como considero essa informação de suma importância, mormente para os que defendem a proibição da venda de armas e munição para cidadãos comuns, estranho que, em nenhum veículo da imprensa, essa informação tenha sido passada. Então pergunto a quem tiver a informação, jornalista ou não: (1) Qual a marca das armas utilizadas pelo chacinador? (2) Por que essa informação não é divulgada pelos meios de comunicação?

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